"O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade." Karl Mannheim
quarta-feira, 31 de julho de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
UM DIA NA VIDA DO DANNY
O Danny saiu
da escola e foi para casa e quando entrou em casa estava a mãe a discutir com o
pai. Ele agarrou e foi para o quarto e o pai agarrou e saiu de casa. O Danny
saiu do quarto e perguntou à mãe o que ela tinha. A mãe aos berros disse “Nada. Não te interessa. Pira-te já para o
quarto antes que eu me passe contigo”. E o Danny agarrou e foi para o
quarto e agarrou na sua mochila e foi para casa do amigo conversar com ele.
O amigo chamava-se Fábio, e quando entrou em casa do amigo a avó dele disse-lhe que não gostava do Danny e o Fábio agarrou e saiu de casa.
O Danny chegou a casa e o pai já estava lá. Ele disse “Pai, já voltaste?” e o Danny foi com o seu amigo para o quarto dele e foram brincar. A mãe do Danny foi ao quarto e disse ao filho “Desculpa filho por eu ter falado assim contigo ainda há bocado. Eu falei assim porque estava zangada com o teu pai”. O Danny disse “mas por estares zangada com o pai, não tens de falar assim comigo”(…) “Todas as pessoas se zangam de vez em quando mas os outros não têm culpa de tu estares zangada. Imagina que hoje o dia me correu mal na escola. Eu chegava a casa e começava a gritar e a atirar com as coisas ao chão para me passar a irritação. Tu e o pai tinham culpa de o dia me ter corrido mal na escola?”.
A mãe respondeu envergonhada “desculpa filho … desculpa mais uma vez”.
Então o Danny ficou sozinho com o Fábio no quarto e pensaram em conjunto …
O amigo chamava-se Fábio, e quando entrou em casa do amigo a avó dele disse-lhe que não gostava do Danny e o Fábio agarrou e saiu de casa.
O Danny chegou a casa e o pai já estava lá. Ele disse “Pai, já voltaste?” e o Danny foi com o seu amigo para o quarto dele e foram brincar. A mãe do Danny foi ao quarto e disse ao filho “Desculpa filho por eu ter falado assim contigo ainda há bocado. Eu falei assim porque estava zangada com o teu pai”. O Danny disse “mas por estares zangada com o pai, não tens de falar assim comigo”(…) “Todas as pessoas se zangam de vez em quando mas os outros não têm culpa de tu estares zangada. Imagina que hoje o dia me correu mal na escola. Eu chegava a casa e começava a gritar e a atirar com as coisas ao chão para me passar a irritação. Tu e o pai tinham culpa de o dia me ter corrido mal na escola?”.
A mãe respondeu envergonhada “desculpa filho … desculpa mais uma vez”.
Então o Danny ficou sozinho com o Fábio no quarto e pensaram em conjunto …
“E tu o que achas que podes
fazer para não magoares as pessoas com a tua raiva e zanga?”
Objetivo:
- Dar continuidade às competências trabalhadas no ano letivo
transato, nomeadamente a diferenciação emocional, cognitiva e comportamental.
- Desenvolver recursos ao experienciar emoções positivas e
negativas, avaliando as consequências diretas/indiretas ao nível comportamental
das mesmas no quotidiano.
Um dos exemplos que salientamos do trabalho realizado é o
desenvolvimento de uma história criada pelo nosso aluno com o título “A vida do
Danny”, que foi narrada, ilustrada e apresentada na nossa biblioteca escolar no
final do ano letivo.
O Danny é um adolescente como qualquer um, que vive com os
pais e tem vários amigos, dos quais destacamos o Fábio. Num dos seus dias, o
Danny vivencia emoções positivas e negativas, fazendo-se destaque a um dos
sentimentos negativos que todos conhecemos … a Zanga!
Sandro António (8ºB)
Sofia Miranda (psicóloga)
sexta-feira, 26 de julho de 2013
O
autor desta obra, para além de pretender chamar a atenção para uma problemática
que afeta milhares de crianças, pretende chamar a atenção para um conjunto de
questões adjacentes ao conceito de dificuldades de aprendizagem específicas,
propondo uma definição portuguesa que poderá servir de ponto de partida para
uma mudança de atitudes e de práticas educativas que venha a promover o sucesso
académico, socioemocional e pessoal do aluno que apresente dificuldades de
aprendizagem específicas.
Dificuldades de aprendizagem específicas
Contributos para uma definição portuguesa
Editor: Porto Editora
Coleção: IMPACTO
EDUCACIONAL
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Superheroes at Texas Children's Hospital
Num hospital de crianças no Texas, os trabalhadores que lavam os vidros vestem-se como as personagens do imaginário infanto-juvenil, provocando a surpresa junto das que estão internadas. Uma boa ideia!
O MEC publicou o documento " Lançamento do ano letivo 2013-2014" onde concentra toda a informação
Aceder aqui.
Aceder aqui.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
"A Inês tem sete
anos e é encantadora. No quadro branco pintou uma paisagem ingénua, por onde
passeia a sua infância. Num traço hesitante surgiram montes e casas e, por
cima, um sol que, por se sentir sozinho, pediu a umas nuvens que lhe fizessem
companhia. Quando acabou, a artista interrogou-me sem palavras, pedindo
aprovação para um desenho colorido com o brilho do olhar, a vivacidade da
expressão e a facilidade do sorriso. Como se pode julgar o que é maior do que
nós?
Não foi fácil
entender o motivo da consulta. Dentro da sala de aula - explicava a mãe - a
Inês sofre uma metamorfose ao revés. A borboleta esfusiante transforma-se num
bichinho amedrontado, que se esconde atrás dos colegas, na esperança de não ser
notado. Tudo o que tem a ver com a escola, mesmo o mais simples exercício, a
leitura ou escrita de um monossílabo, assemelha-se a um difícil número de
trapézio, donde antevê, como eminente, uma queda aparatosa, ponto de exclamação
numa arena sem rede. No entanto, mal toca a campainha para o «recreio», está de
volta a alegria de viver que enche de cor, o nada de um quadro branco. Pouco a
pouco, a Inês deixou de acreditar que era capaz e, na certeza da sua
incompetência, sentiu-se culpada e má, menina que não presta, para quem as
letras e os números têm segredos indecifráveis, enigmas que os colegas resolvem
na ligeireza de um «abre-te Sésamo», tesouros que lhe estão vedados. Porém,
estou certo que lê, como ninguém, a inquietação, (e angústia), que o olhar da
mãe não consegue disfarçar.
Todos os meses
percorro as escolas do país, levando um Evangelho de ideias simples, princípios
em que acredito. As crianças nascem para ser felizes. O seu cérebro tem um
potencial fantástico de curiosidade, espanto, encantamento pela descoberta. Até
à entrada na escola, isto é evidente para todos os pais, que inevitavelmente se
apaixonam por aquele brilhozinho nos olhos, o riso sem disfarce, a alegria sem
nuvens. O dito inesperado, a observação certeira, a coerência com o universo.
Porém, à entrada na escola, para muitos, tudo se transforma. De repente, o
mundo mudou. O afecto ou o sorriso dos adultos parece depender da facilidade
com que se resolvem novos quebra-cabeças, que envolvem gatafunhos a que os
«crescidos» chamam letras e números.
Se, para
alguns, a navegação dessas águas é fácil e fonte de encorajamento e satisfação,
para outros, é um cabo das Tormentas, sem Boa Esperança à vista. As crianças
entristecem, prisioneiras de um aquário onde muitos olhos observam os seus
resultados, realizações, derrotas. A autoconfiança esvai-se lentamente, a ida
para a escola torna-se uma punição. As outras crianças, muitas vezes imitando
os adultos, fazem troça de uma resposta errada, de uma leitura hesitante, de um
ditado com erros, que é exibido, como edital, perante a turma. És preguiçoso -
dizem uns - és um distraído - dizem outros. A insinuação da inferioridade
vai-se tornando progressivamente mais clara, até atingir, por vezes, a
afirmação pura e simples de que se é «burro». Em casa, tentando ajudar, a mãe
senta-se com o seu filho, durante horas intermináveis, na realização dos
trabalhos de casa. Tempo de frustração intensa, que muitas vezes acaba com
lágrimas de uns e de outros. O mundo, para a criança, tornou-se hostil. Para os
pais a perplexidade: como explicar que aquela criança tão «viva» e «esperta»,
se mostre incompetente quando posta à prova no mundo das letras e dos números.
Como explicar que o que parece ter aprendido hoje, seja de pronto esquecido
amanhã? Porquê hoje responder bem às questões colocadas em casa, mas chegado o
dia do teste, tudo pareça ter-se dissolvido num mar de ignorância. Como
explicar o contraste entre a dificuldade de concentração nas aulas e as horas
esquecidas em frente a um jogo de computador, numa vigilância de sentinela? E o
«click» de que os amigos falam e não chega? E a imaturidade que a psicóloga
diagnosticou e não mais se resolve? A explicação surge em regra
responsabilizando a criança: é distraída, preguiçosa, desinteressada. O
discurso não deixa dúvidas, a culpa é da criança: «Porque não pões os olhos na
tua irmã? Porque não és como o teu colega Luís? Sabes os sacrifícios que os
pais fazem para te educar... porque não lhes dás essa alegria?» E a criança
esforça-se mais uma vez, e mais uma vez falha, até à conclusão inevitável: não
presta! E se não presta e não é capaz, porquê tentar? Algumas descobrem a saída
que os poderá tornar populares: ser o «palhaço» da aula, o mais aventureiro, o
que desafia a autoridade. Na infância e na adolescência...
O meu credo é
simples:
- Não existem
crianças preguiçosas, mas sim crianças cansadas do insucesso.
- O insucesso
cria um círculo vicioso que gera mais insucesso, descrença, frustração.
- Os bons
resultados, pelo contrário, aumentam a motivação, a confiança, o êxito.
- As crianças
não acordam de manhã com intenção de falhar, errar, criar angústia em pais e
professores. Se isso acontece, é porque a vida escolar nada lhes trouxe que as
faça felizes ou confiantes.
A minha ideia mais simples, e porventura a mais
importante, é que no mundo das crianças a preguiça não existe."
Nuno Lobo Antunes, "No mundo
das crianças a preguiça não existe", Sinto Muito, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2008
Bateria de avaliação de competências iniciais de leitura e escrita
Rafael Silva Pereira, doutorado na área da dislexia e
professor - atualmente diretor pedagógico da Associação Ester Janz e professor
da cadeira de Dificuldades Específicas de Aprendizagem no Mestrado em Educação
Especial na Escola Superior de Educação Almeida Garrett - verificou que os
instrumentos validados na literatura portuguesa para avaliar, em conjunto, as
pré-competências de leitura e escrita, antes do início da aprendizagem formal,
eram escassos. Com vontade de criar um mecanismo inovador que possibilitasse
uma avaliação e intervenção eficazes neste âmbito criou, com ajuda de Rita
Rocha, aluna de mestrado, a BACLE - Bateria de Avaliação de Pré-Competências da
Leitura e da Escrita.
A BACLE nasceu com três objetivos essenciais. Avaliar pré-competências de leitura e escrita em crianças do pré-escolar a iniciar o 1.º ano de escolaridade ou com dificuldades de aprendizagem, identificar o estádio de desenvolvimento das crianças ao nível das pré-competências adquiridas para o início da leitura e escrita, e validar um instrumento prático no âmbito da avaliação de pré-competências para início de leitura e escrita.
"A BACLE permite assim avaliar a perceção, a produção, a retenção e a simbolização segundo indícios de pré-linguagem, pré-leitura e pré-escrita", sublinha o responsável. "É muito importante numa turma onde se encontram 30 alunos que o professor perceba se pode começar a aplicar determinada aprendizagem", refere. Nesse sentido, a BACLE apresenta um conjunto de exercícios relativos à maturidade percetiva subdividida em perceção auditiva, visual, dominância lateral e reconhecimento dessa dominância, abordando assim o esquema corporal, a orientação espaciotemporal incluindo a identificação em si, a identificação do outro e a posição no espaço gráfico. A "bateria" aborda também o desenvolvimento motor e a motricidade fina, bem como a linguagem oral subdividida em compreensão oral, consciência fonológica e expressão oral.
A "bateria" afere competências, em que estádio de desenvolvimento o aluno se encontra, mais do que definir percentis. "Apesar de este instrumento ter como finalidade uma avaliação global de pré-competências que se interligam umas com as outras, podemos avaliar apenas as áreas consideradas emergentes ou fracas de acordo com os objetivos da avaliação". "Podemos ainda aplicar a BACLE em outras faixas etárias, desde que se perceba que o aluno, independentemente do seu ano de escolaridade, apresenta dificuldades", acrescenta.
Rafael Silva Pereira garante que a BACLE está a ter muita procura em Portugal e não só. O Brasil tem também utilizado esta "bateria". E não é apenas a comunidade educativa que a utiliza, mas também terapeutas da fala e psicólogos. O responsável já pediu uma reunião ao Ministério da Educação e Ciência para abordar o assunto, nomeadamente a adoção da BACLE por parte de educadores e professores.
A BACLE nasceu com três objetivos essenciais. Avaliar pré-competências de leitura e escrita em crianças do pré-escolar a iniciar o 1.º ano de escolaridade ou com dificuldades de aprendizagem, identificar o estádio de desenvolvimento das crianças ao nível das pré-competências adquiridas para o início da leitura e escrita, e validar um instrumento prático no âmbito da avaliação de pré-competências para início de leitura e escrita.
"A BACLE permite assim avaliar a perceção, a produção, a retenção e a simbolização segundo indícios de pré-linguagem, pré-leitura e pré-escrita", sublinha o responsável. "É muito importante numa turma onde se encontram 30 alunos que o professor perceba se pode começar a aplicar determinada aprendizagem", refere. Nesse sentido, a BACLE apresenta um conjunto de exercícios relativos à maturidade percetiva subdividida em perceção auditiva, visual, dominância lateral e reconhecimento dessa dominância, abordando assim o esquema corporal, a orientação espaciotemporal incluindo a identificação em si, a identificação do outro e a posição no espaço gráfico. A "bateria" aborda também o desenvolvimento motor e a motricidade fina, bem como a linguagem oral subdividida em compreensão oral, consciência fonológica e expressão oral.
A "bateria" afere competências, em que estádio de desenvolvimento o aluno se encontra, mais do que definir percentis. "Apesar de este instrumento ter como finalidade uma avaliação global de pré-competências que se interligam umas com as outras, podemos avaliar apenas as áreas consideradas emergentes ou fracas de acordo com os objetivos da avaliação". "Podemos ainda aplicar a BACLE em outras faixas etárias, desde que se perceba que o aluno, independentemente do seu ano de escolaridade, apresenta dificuldades", acrescenta.
Rafael Silva Pereira garante que a BACLE está a ter muita procura em Portugal e não só. O Brasil tem também utilizado esta "bateria". E não é apenas a comunidade educativa que a utiliza, mas também terapeutas da fala e psicólogos. O responsável já pediu uma reunião ao Ministério da Educação e Ciência para abordar o assunto, nomeadamente a adoção da BACLE por parte de educadores e professores.
Fonte: Educare
sábado, 20 de julho de 2013
Conferência da ONU discute formas de melhorar educação e emprego de pessoas com deficiência
Ler aqui.
Ler aqui.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Educação Especial
Respostas Educativas
Relatório de 2011-12
Publicado pelo segundo ano, pela IGEC.
Aceder aqui.
Respostas Educativas
Relatório de 2011-12
Publicado pelo segundo ano, pela IGEC.
Aceder aqui.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Bicicletas adaptadas
Na Colômbia uma associação de jovens adapta bicicletas para pessoas com deficiência . Uma boa ideia que merece ser divulgada!
Ver aqui.
Símbolo de acessibilidade alterado
Nova
York substituiu o velho símbolo da acessibilidade que mostrava um personagem
estático numa cadeira de rodas por um personagem ativo, independente e em
movimento.
O novo símbolo é de autoria dos designers do Gordon College, em Massachusetts.
“É algo bem voltado para o movimento”, disse Victor Calise, Comissário do Gabinete do prefeito de Nova York para Pessoas com Deficiência, ao jornal The Chronicle of Higher Education.
O novo símbolo é de autoria dos designers do Gordon College, em Massachusetts.
“É algo bem voltado para o movimento”, disse Victor Calise, Comissário do Gabinete do prefeito de Nova York para Pessoas com Deficiência, ao jornal The Chronicle of Higher Education.
Fonte: Consigo RTP2 , via facebook
sábado, 13 de julho de 2013
Ability Park, Parque temático na Hungria aborda inclusão social
Para os viajantes curiosos, visitar o Ability Park, em
Budapeste, é uma ótima escolha para incluir no seu roteiro pela Hungria. O
parque temático permite que as pessoas se familiarizem com os diferentes tipos
de deficiências, vivenciando o outro lado da história de maneira lúdica.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Acessibilidade é Incluir
Ora
não é que as colegas Amélia Vitorino e Paula Marcelino já fazem filmes? Pois é!
Aqui
está o filme de estreia, realizado no âmbito da ação de formação que frequentaram
“ Acessibilidade e Mobilidade para Todos com Recurso à Multimédia”, no Centro
de Formação AlmadaForma.
O
que elas disseram:
- "Pretendemos
sensibilizar para a importância da igualdade de oportunidades, do acesso a
experiências diversificadas e enriquecedoras, em contextos diferenciados,
possibilitando CRESCER..."
O
que eu digo:
- Parabéns
às duas! Tenho, a partir de agora, séria concorrência…está visto!
Anabela
Leite
quarta-feira, 10 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Voluntários para Oficinas de Promoção de Competências - APPDA, Setúbal
Contactos:
APPDA-Setúbal
Avenida 5 de Outubro
Edifício Bocage 148-4º L 2900-309 Setúbal
Tel.:/ Fax: 265 501 681
Telm: 91 764 04 69
APPDA-Setúbal
Avenida 5 de Outubro
Edifício Bocage 148-4º L 2900-309 Setúbal
Tel.:/ Fax: 265 501 681
Telm: 91 764 04 69
E-mail: appda-setubal@sapo.pt / geral@appda-setubal.com
segunda-feira, 8 de julho de 2013
CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA EDUCAÇÃO ESPECIAL
São elegíveis para Educação Especial os alunos que:
- apresentem limitações significativas
ao nível da atividade e participação num ou vários domínios da vida,
decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente,
resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, aprendizagem,
mobilidade, autonomia, relacionamento interpessoal e participação social;
- apresentem um problema de caráter
permanente ao nível das funções do corpo em que a atividade e
participação se apresentem gravemente comprometidas;
- apresentem um distanciamento
acentuado em termos de desempenho entre a sua idade cronológica e a sua prestação
efetiva, quando comparado com os seus pares;
- tenham uma condição (deficiência ao
nível da função do corpo) que afete de modo adverso o seu desempenho educacional
pondo em causa o seu potencial biopsicosocial;
- apresentem um problema que
limita/restrinja as tarefas académicas, afetando de forma significativa o
desempenho educacional, com extensão tal que necessite de intervenção
especializada;
- tenham beneficiado de outras
medidas educativas, que não da educação especial, e estas não se tenham
revelado eficazes;
- numa grande parte ou na
totalidade do seu percurso educativo apresentam limitações acentuadas num ou
mais domínios da vida, nomeadamente ao nível da aprendizagem e da
participação social nos diferentes contextos.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
A "nossa"" Paulinha com os seus Anjos
Pois foi. A D. Anabela Simões, a Rita e a Inês Simões preparram uma surpresa à Paulinha, por altura das festas de S. Pedro no Seixal, assistir à atuação dos Anjos! Será escusado dizer o tão feliz que a Paulinha ficou...
Entretanto, fomos ao baú das recordações e trouxemos as fotos do 1º encontro que ela teve com os Anjos, quando tinha 13 anos, no Colégio Atlântico, com a ajuda da professora Filomena Benildes.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
O que é a Paralisia Cerebral?
A
criança com Paralisia Cerebral tem uma perturbação do controlo da postura e
movimento, em consequência de uma lesão ou anomalia cerebral que afeta o
cérebro em período de desenvolvimento.
Algumas
crianças têm perturbações ligeiras, quase imperceptiveis, que as tornam
desajeitadas a andar, falar ou usar as mãos.
Outras
são gravemente afetadas com incapacidade motora grave, impossibilidade de
andar e falar, sendo dependentes nas atividades de vida diária.
Entre
estes dois extremos existem os casos mais variados.
De
acordo com a localização das lesões e áreas do cérebro afetadas, as
manifestações podem ser diferentes.
Os
tipos mais comuns são:
Espástico –
Caracterizado por paralisia e aumento de tonicidade dos músculos resultante de
lesões no córtex ou nas vias daí provenientes. Pode haver um lado do corpo
afetado (hemiparésia), os quatro membros afetados (tetraparésia) ou os
membros inferiores (diplegia).
Disquinésia
– (Atetose/Coreoatetose ou Distonia) – Caracterizada por movimentos
involuntários e variações na tonicidade muscular resultantes de lesões dos
núcleos situados no interior dos hemisférios cerebrais (Sistema
Extra-Piramidal).
Ataxia-
Caracterizada por diminuição da tonicidade muscular, incoordenação dos
movimentos e equilíbrio deficiente, devidos a lesão ou anomalia no cerebelo ou
das vias cerebelosas.
A
criança com Paralisia Cerebral pode ter inteligência normal ou até acima do
normal, mas também pode ter atraso intelectual, não só devido às lesões
cerebrais, mas também pela falta de experiência resultante das suas
deficiências. Os esgares da face e deficiência na fala, devidos ao descontrolo
dos movimentos, podem fazer aparentar um atraso mental que na realidade não
existe.
Além
da perturbação motora há também, muitas vezes, défices sensoriais, deficiência
visuais e auditivos, dificuldades percetivas, deficiência na fala e epilepsia,
o que torna o quadro mais complexo.
Quais as causas da Paralisia Cerebral?
Como
o seu filho, outras crianças podem nascer com Paralisia Cerebral. Em cada 1000
bebés que nascem, 2 podem ser afetados por Paralisia Cerebral.
A
Paralisia Cerebral não é, geralmente, devida a qualquer deficiência nos pais ou
doença hereditária. Pode ser causada por hemorragias, deficiência na circulação
cerebral ou falta de oxigénio no cérebro, traumatismo, infeções, nascimento
prematuro ou icterícia grave neonatal.
Não
se sabe exatamente, num grande número de casos, como e porquê foi afetada,
mas sabe-se que houve uma lesão ou anomalia geralmente antes do nascimento, na
altura do parto, ou após este, que é responsável pela deficiência.
(in «A CRIANÇA COM PARALISIA CEREBRAL», Guia para
os Pais e Profissionais de Saúde e Educação. Federação das Associações
Portuguesas de Paralisia Cerebral)
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