"O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade." Karl Mannheim
domingo, 30 de setembro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Disortografia
A disortografia pode ser definida como o conjunto de
erros da escrita que afetam a palavra mas não o seu traçado ou grafia. A
disortografia é a incapacidade de estruturar gramaticalmente a linguagem,
podendo manifestar-se no desconhecimento ou negligência das regras gramaticais,
confusão nos artigos e pequenas palavras, e em formas mais banais na troca de
plurais, falta de acentos ou erros de ortografia em palavras correntes ou na
correspondência incorreta entre o som e o símbolo escrito, (omissões, adições,
substituições, etc.).
Sinais
indicadores:
- Substituição de letras semelhantes.
- Omissões e adições, inversões e rotações.
- Uniões e separações.
- Omissão - adição de “h“.
- Escrita de “n“ em vez de “m“ antes de “p“ ou “b“.
- Substituição de “r“ por “rr“.
Problemas
associados:
Percetivos:
- Deficiência na perceção e na memória visual
auditiva
- Deficiência a nível espácio-temporal (correta orientação das letras), discriminação de grafemas com traços semelhantes e adequado acompanhamento da sequência e ritmo da cadeia falada.
Linguísticos:
- Problemas de linguagem – dificuldades na
articulação
- Deficiente conhecimento e utilização do
vocabulário
Afetivo-emocionais:
- Baixo nível de motivação
Pedagógicos:
- Método de ensino não adequado, (utiliza
frequentemente o ditado, não se ajusta à necessidades diferenciais e
individuais dos alunos, não respeitando o ritmo de aprendizagem do
sujeito).
O que pode
fazer:
- Encorajar as tentativas de escrita da criança,
mostrar interesse pelos trabalhos escritos e elogiá-la.
- Incitar a criança a elaborar os seus próprios
postais e convites, a escrever o seu diário no final do dia como rotina.
- Chamar a atenção da criança para as situações
diárias em que é necessária a utilização da escrita.
- Incite a criança a ajudá-la na elaboração de uma
carta.
- Não valorize demasiado os erros ortográficos da
criança uma vez que estes já são motivo de repreensão e frustração
demasiadas vezes.
- Não corrija simplesmente os seus erros mas tente
antes procurar a solução com a criança (ex.: "qual a outra letra que
podemos usar para fazer esse som?").
- Recorra a livros de atividades que existem no
mercado que permitem à criança trabalhar os vários casos de ortografia.
- Não sobrecarregue, contudo, a criança com
trabalhos e fichas que a cansem demasiado e a levem a ver as atividades
académicas como desagradáveis.
Fonte: Associação
Portuguesa de Pessoas com Dificuldades de Aprendizagem Específicas
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Centros de Recursos para a Inclusão
O financiamento dos CRI sofreu cortes violentos deixando muitos alunos com necessidades educativas especiais sem apoios terapêuticos.
Ler a notícia aqui.
Ler a notícia aqui.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Portaria 275-A/2012 de 11 de setembro
As
consequências do alargamento da escolaridade obrigatória para os alunos com
necessidades educativas especiais (NEE) tardou a ser equacionado pelos decorreres políticos. Nas audições parlamentares que a Comissão de Educação
Ciência e Cultura da Assembleia da República efetuou, este atraso foi
repetidamente identificado como uma necessidade a que era preciso dar uma
resposta atempada e afirmativa. A exclusão dos alunos que experimentam
dificuldades no cumprimento das metas curriculares do ensino básico, nunca poderia
ser uma solução: não poderíamos minguar a Educação a quem mais dela precisa. O
princípio de partida é que os alunos com NEE têm tanto ou mais necessidade de
frequentar os 12 anos de escolaridade do que todos os seus colegas que não têm
NEE. (Seria como cuidar de uma planta com uma terapêutica de ausência total de
água).
Ora,
uma esmagadora percentagem dos alunos com NEE frequentam em Portugal a escola
regular. Esta política de todos os alunos - com e sem NEE - serem educados na
escola regular estabelecendo relações pessoais, de aprendizagem e de
entreajuda, é uma orientação internacional (referência ao artigo 24º da
Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência das Nações Unidas) que se
tem procurado seguir no nosso país, ainda que com resultados desiguais.
Se
os alunos com NEE têm direito e proveito em frequentar doze anos de
escolaridade e cumpriram nove na escola regular, pareceria estranho que os
últimos três anos fossem passados fora da escola regular. Pareceria e parece,
sobretudo quando se lê a portaria 275 – A / 2012 publicada a 11 de Setembro
pelo Ministério da Educação e Ciência. Nesta portaria postula-se que os alunos
que são portadores de um Currículo Específico Individual, nos 3 anos antes da
idade limite da escolaridade obrigatória, passam a ter um currículo de 25 horas
semanais das quais só 5 horas são da responsabilidade dos docentes de Educação
Especial das escolas regulares. Nestas cinco horas são lecionados conteúdos de
Português, Matemática, 2ª Língua e Tecnologias da Informação e Comunicação. As
restantes 20 horas são ministradas por técnicos e monitores dos Centros de
Recursos para a Inclusão que asseguram as áreas de Desenvolvimento Pessoal,
Social e Laboral, Desporto e Saúde, Organização do Mundo Laboral e Cidadania.
Este
deslocamento do eixo educativo da escola regular para os Centros de Recursos
para a Inclusão levantam-nos três ordens de questões:
1. Se a escola regular assegurou a educação de jovens
com NEE durante pelo menos nove anos, porque é que ela deixa de estar
capacitada para continuar a exercer a competência e o conhecimento que
entretanto acumulou sobre estes casos?
2. Quando se retiram às escola áreas como
“Desenvolvimento Pessoal, Social e Laboral”, “Desporto e Saúde” ou “Cidadania”
isso será por se considerar que os alunos com NEE aprendem melhor estas áreas
se
estiverem
com colegas com condições de deficiência, num meio segregado e mais restritivo
que a escola regular?
3. Deixar à escola regular só os conteúdos de
“Português” e “Matemática” - ainda por cima tão encolhidos de carga horária -
passa uma mensagem clara: afinal as áreas estruturantes da última reforma
curricular só são importantes para os alunos sem NEE! Com esta carga horária
deixam de ter relevância “estruturante”. Outro aspeto ainda a considerar é que
se passa a mensagem que a escola é para aprender conteúdos académicos
(Português e Matemática) e que o Desenvolvimento, a Cidadania, o Desporto e
Saúde (!) são áreas secundárias em termos educativos.
Precisamos
de pensar do ponto de vista da educação o alargamento da escolaridade para os
alunos com NEE. Isto não pode significar a desvalorização da inclusão: pelo
contrário é através da inclusão e da interação entre todos, que todos melhor se
irão preparar para a vida pós escolar.
Fonte: David Rodrigues, Presidente da Pró-Inclusão: Associação Nacional de Docentes de Educação Especial (Newslettwer de setembro de 2012, 2ª quinzena)
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Nuno Sabroso & Daniele Marçal: Dança Desportiva em Cadeira de Rodas
Os
bailarinos profissionais portugueses Nuno Sabroso e Daniele Oliveira
conquistaram o bronze no campeonato do mundo de Dança Desportiva em Cadeira de
Rodas, ao garantirem o terceiro lugar na Continents Cup, que decorreu em São
Petersburgo, na Rússia, nos dias 8 e 9 de Setembro.
Os
dois atletas nacionais, que integram o projeto português "Dança sobre
Rodas", sedeado no Vitória Futebol Club de Setúbal e criado em 2010,
concorreram na categoria Combi Latin Class 2 com outros 18 pares, dos quais
cinco eram do país anfitrião.
Esta
não é a primeira vez que Nuno e Daniele brilham no estrangeiro. Os dois
portugueses representaram, pela primeira vez, a bandeira nacional neste tipo de
competições em 2011, tendo vencido o concurso Dance Festival XII Platja D'aro,
em Espanha, e conquistado o quarto lugar na competição Holland Dansspektakel,
na Holanda, e o quinto lugar na Continents Cup, na Rússia.
A modalidade de dança em cadeira de rodas não integra os jogos paralímpicos, mas é reconhecida pelo Comité Paralímpico Internacional, pelo que os atletas que representam os 22 países em que a modalidade é praticada - Portugal, Inglaterra e Holanda, por exemplo - competem anualmente em vários campeonatos internacionais tutelados por aquele organismo.
Atualmente, Nuno Sabroso e Daniele Oliveira encontram-se no terceiro lugar do "Ranking Mundial 2012" do Comité Paralímpico Internacional e, graças ao desempenho que os dois portugueses obtiveram na Rússia, é possível que venham a subir de posição com a atualização da lista.
Fonte: Boas Notícias
Discalculia
A discalculia encontra-se sobretudo em crianças, é de
carácter evolutivo ou desenvolvimental, não resulta de uma lesão e associa-se
sobretudo a dificuldades na matemática. É uma perturbação que se manifesta na
dificuldade de aprendizagem do cálculo. Esta dificuldade pode-se manifestar em
vários níveis da aprendizagem. Assim, podemos encontrar dificuldades ao nível
da leitura, escrita e compreensão de números ou símbolos, compreensão de
conceitos e regras matemáticas, memorização de factos ou conceitos ou no
raciocínio abstrato. Podem ainda estar associadas dificuldades em aprender a
ver as horas ou lidar com o dinheiro.
Sinais
indicadores:
- Dificuldades na identificação de números (visual
e auditiva).
- Incapacidade para estabelecer uma correspondência
recíproca (contar objetos e associar um numeral a cada um).
- Escassa habilidade para contar.
- Dificuldade na compreensão de conjuntos.
- Dificuldade na compreensão de quantidade.
- Dificuldade em entender o valor segundo a
habituação de um número.
- Dificuldades nos cálculos.
- Dificuldades na compreensão do conceito de
medida.
- Dificuldade para aprender a dizer a hora.
- Dificuldade na compreensão do valor das moedas.
- Dificuldade de compreensão da linguagem
matemática e dos símbolos.
- Dificuldade em resolver problemas orais.
Problemas
associados:
- Deficiente organização visuo-espacial e
integração não-verbal: não conseguem distinguir rapidamente as diferenças
entre formas, tamanhos, quantidades e comprimentos.
- Dificuldade em observar grupos de objetos e dizer
qual deles contém uma maior quantidade de elementos, em calcular
distâncias e em fazer julgamentos de organização visuo-espacial.
- Distúrbio ao nível da imagem corporal.
- Distúrbios de integração visuo-motora.
- Desorientação: dificuldade na distinção esquerda-direita.
- Dificuldades na perceção social e na realização
de julgamentos: maturidade social reduzida.
- Desempenhos em testes de inteligência, superiores
nas funções verbais comparativamente às funções não-verbais.
O que pode
fazer:
- Usar cartas de jogar em jogos de cartas simples
como o "peixinho": mostrar como se poderá atribuir valores às
cartas pela contagem dos símbolos. Para evitar confusões retirar as cartas
de figuras, utilizando apenas as de 2 a 10.
- Jogos de tabuleiro são excelentes para aprender
os números, solicitando a contagem dos espaços a mover em cada volta.
Podem ser introduzidas algumas referências à adição ou à subtração no
decorrer do jogo.
- Utilizar ou inventar "cantigas e lengalengas
com números". Muitas crianças podem aprender conceitos matemáticos
mais rapidamente (e recordarem por mais tempo) quando a música, rima e
ritmo são utilizados para os ensinar.
- Encorajar a criança a utilizar os números
diariamente:
- Contar os produtos no supermercado.
- Contar por ordem decrescente.
- "Quantas rodas tem o teu carrinho de
brincar?"; "Quantas rodas tem a tua bicicleta?";
"Qual dos dois tem mais rodas?"
- "Que
idade tens?"; "Que idade tem o teu irmão ou irmã?";
"qual é o mais velho?"; "Qual é a diferença de idade entre
os dois?"
- "Quantos amigos vais convidar para a tua festa de aniversário?"; "Quantas fatias de bolo devem ser cortadas?"; "E se cada menino ficar com duas fatias?"
Fonte: Associação Portuguesa de Pessoas com Dificuldades de Aprendizagem Específicas
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O cérebro e a música
O gosto praticamente universal pela música acaba de
ganhar uma explicação científica. Estudo mostra que, ao som de uma bela canção,
o cérebro é inundado por dopamina, neurotransmissor ligado a sensações
prazerosas.
Os amantes da música sabem, por experiência própria,
que o prazer de escutar essas vibrações mecânicas é um dos mais gratificantes
que se podem experimentar. Agora, estudo publicado na Nature Neuroscience
explica tanto o porquê dessa sensação quanto a razão de a música ser apreciada
nas mais distintas sociedades humanas.
O segredo, segundo o estudo, está no fato de o cérebro
se inundar com dopamina, um dos vários neurotransmissores que os neurônios usam
para enviar sinais químicos uns para os outros. A dopamina está ligada àquele
prazer que se tem com um bom prato de comida ou com a surpresa de ganhar
grandes somas de dinheiro.
A experiência mediu com exames de imagens, os níveis
de dopamina em cérebro de voluntários em resposta àquele ‘arrepio’ prazeroso
causado pela música que, para muitos, vem da alma e eletriza o corpo. Essa
sensação muda a condução elétrica da pele, os batimentos cardíacos e a taxa de
respiração, por exemplo.
Quanto maior
a sensação de prazer ao som de uma música, mais alta é a quantidade de dopamina
no cérebro
Os pesquisadores mostraram que, quanto maior essa
sensação, mais alta é a quantidade do neurotransmissor no cérebro. Outra
conclusão do estudo: a quantidade de dopamina no cérebro é maior quando o
ouvinte classifica a música como agradável, em comparação com uma canção
‘neutra’.
Os autores mostraram também que mesmo a antecipação do
prazer de ouvir uma boa música já é suficiente para banhar o cérebro com mais
dopamina. Para os autores, uma forma de ler esses resultados é que eles
explicam por que a música é tão apreciada pelas mais diversas culturas.
Fonte: Cássio Leite Vieira
Ciência Hoje
domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Ainda a Portaria nº 275-A /2012 de 11 de setembro
Continuo com dúvidas na interpretação desta portaria. Aceito contributos para a entender...
Anabela Leite
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
“Somos um país que está habituado a guardar os deficientes numa caixa fechada, para não poderem sair. Mas nós somos iguais a todos os outros, precisamos é de condições que nos ajudem a movimentar-nos”, diz ao i Deolinda Cruz, de 64 anos. Tinha 21 quando teve de amputar uma perna; um ano depois descobriu que tinha um osteossarcoma (tumor maligno dos ossos) e não foi preciso muito tempo para ter de usar uma cadeira de rodas. Ontem foi uma das dezenas de pessoas que estiveram presentes na acção de sensibilização “Um Passeio, por Lisboa (In)Acessível”, iniciativa que pretende alertar para as dificuldades que as pessoas com mobilidade reduzida enfrentam quando circulam pela cidade.
Fonte: iInformação
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
DISLEXIA COMPREENSÃO Como as estrelas na Terra
O vídeo faz parte do filme indiano Como Estrelas na Terra: toda a criança é especial.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Identificação de sinais de risco de dificuldades de aprendizagem desde a pré-escola ao 3º ciclo
Para aceder ao documento clicar aqui.
Autor: Vítor da Fonseca
Professor Catedrático Emérito , FMH, Universidade Técnica de Lisboa
Autor: Vítor da Fonseca
Professor Catedrático Emérito , FMH, Universidade Técnica de Lisboa
Primeiro da classe - síndrome de tourette
O Primeiro da Classe (Front of the Class) é
um filme produzido para a televisão que narra a vida de Brad Cohen, um professor
americano que convive com a Síndrome de Tourette desde os 6 anos.
Dirigido por Peter Werner e
protagonizado por James Wolk (Brad Cohen), O Primeiro da
Classe é um filme que retrata o batalha, desde a infância, de Brad e o
preconceito que ele sofreu por ter Tourette. Brad Cohen é atualmente professor.
A Síndrome de Tourette ou síndrome
de la Tourette, também referida como SGT ou ST, é uma desordem neurológica
ou neuroquímica
caracterizada por tiques,
reações rápidas, movimentos repentinos (espasmos)
ou vocalizações que ocorre repetidamente da mesma
maneira com considerável frequência.
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