sexta-feira, 30 de agosto de 2013

"Vamos pintar um mundo para todos"



"Vamos Pintar um Mundo para Todos" é uma atividade inclusiva de expressão artística desenvolvida pela APPDA-Setúbal, Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo em parceria com a ARTISET, Associação de Artistas Plásticos de Setúbal e um conjunto alargado de instituições da sociedade civil com a finalidade de sensibilizar a sociedade para a inclusão das pessoas com perturbação do espectro do autismo (PEA).
Paralelamente, serão desenvolvidas ao longo do dia, diversas animações em parceria com instituições do distrito de Setúbal e com as nossas crianças e jovens com PEA.
Será convidada a sociedade civil em geral e personalidades de várias áreas (política, desporto, música, artes, etc.) a juntarem-se a nós nesta grande iniciativa. A esta data já dispomos de algumas confirmações de celebridades e figuras públicas que decidiram “dar a cara” por esta causa.
Neste sentido, desafiamos todas e todos vós a contribuir para esta causa, vindo “pintar” uma pequena parte de um grande “quadro” que queremos desenhado a “várias mãos” e igualmente com uma breve animação de rua. Daremos assim um sinal inequívoco de que a sociedade em que vivemos é de todos e para todos, independentemente do grau de funcionalidade ou de incapacidade de cada um!

O programa do evento decorrerá no dia 21 de Setembro, na Avenida Luisa Todi, em Setúbal, durante todo o dia (10h-18h) e será divulgado amplamente via facebook, no site da APPDA-Setúbal.
 
Pobreza reduz as capacidades cognitivas

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Criados minicérebros em laboratório com células estaminais humanas

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Soluções simples dão segurança a deficientes visuais em Londres

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Jovem com perturbação neurológica rara chamada "fenómeno de orientação espacial" vê o mundo ao contrário

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Queijo põe menina muda a falar

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Autismo relacionado com parto induzido

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segunda-feira, 26 de agosto de 2013



A obra é uma verdadeira fonte de estratégias para guiar as crianças com necessidades especiais, desde os 3 anos até quando jovens adultos, a adquirir as competências necessárias para uma vida o mais independente possível. Os autores iniciam a obra por uma introdução básica do que é o ensino, apresentando posteriormente, passo a passo, um guia para o ensino de diferentes competências necessárias à autonomia: arranjar-se, higiene, brincadeiras, autocuidado, cuidados com a casa e informação necessária sobre as diferentes competências. Questões como comportamento, identificação de problemas, comportamentos alternativos também são abordadas nesta inestimável obra, para além de nela encontrarmos um capítulo a propósito das tecnologias e da sua utilização concreta nestes casos.

Passos Para a Autonomia

Ensinar actividades diárias a crianças com necessidades especiais

de Alan J. Brightman, Bruce L. Baker

Editor: Instituto Piaget


 

Signmark - The Letter


 
 
 Singmark,  rapper finlandês, com deficiência auditiva, escreve e compõe as suas próprias músicas.




 
 
Incapacidade de eliminar estruturas dos neurónios pode explicar atraso mental

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Revista Louis Braille nº 7 especializada na deficiência visual, editada pela ACAPO

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Gregos com deficiência entram no mar graças a cadeira a energia solar

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O Programa de Promoção Cognitiva é um livro orientado para atividades de enriquecimento ou de estimulação cognitiva dentro e fora da sala de aula.
São 15 sessões organizadas em módulos que possuem como apoio fundamental o caderno de atividades do programa.



 
Editor: Psiquilibrios

 
Jovem investigadora ajuda disléxicos a ler na internet

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Cientistas conseguem travar Esclerose Lateral Amiotrófica

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Cabide que fala pode ajudar pessoas com deficiência visual a escolher o vestuário

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A ideia de que é possível ensinar sem dificuldade deve-se a uma representação etérea do aluno. A sabedoria pedagógica deveria representar-nos o cábula como um aluno tão normal quanto possível: o que justifica plenamente a função de professor uma vez que temos «tudo» a ensinar-lhe, a começar pela própria necessidade de aprender! Ora, não é o que se passa. Desde a noite dos tempos escolares, o aluno considerado normal é o aluno que oferece menos resistência ao ensino, o que não duvida da nossa sabedoria e não põe à prova a nossa competência, o aluno antecipadamente conquistado, dotado de uma compreensão imediata, susceptível de nos poupar a procura das vias de acesso à sua capacidade de compreender, um aluno naturalmente preocupado com a necessidade de aprender, que deixa de ser um aluno turbulento ou um adolescente com problemas durante a nossa hora de aula, um aluno convencido desde o berço de que deve controlar os desejos e as emoções pelo exercício da razão se não quiser viver numa selva de predadores, um aluno ciente de que a vida intelectual é uma fonte de prazeres que pode ser variada até ao infinito, requintada ao extremo, enquanto a maior parte dos nossos restantes prazeres está votada à monotonia da repetição ou ao desgaste do corpo, em suma, um aluno convicto de que o saber é a única solução: solução para a escravatura em que nos manteria a ignorância e consolação surpreendente para a nossa ontológica solidão.”


Mágoas da Escola
Editor: Porto Editora
 


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Direitos em risco

Avaliação do impacto dos planos de austeridade dos governos europeus nos direitos das pessoas com deficiência

Relatório de Portugal

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Criancices e adultices, texto de opinião do professor José Morgado

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Novo dispositivo robótico poderá dar mais mobilidade a pessoas portadoras de deficiência motora

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Programa de Emergência Social falhou na empregabilidade de pessoas com deficiência

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Ação procura crianças com doença rara para terapia

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